Exposição Frida e eu

Depois de ter passado pelo Centre Pompidou, na França, além de espaços na Inglaterra, Espanha e México, é a vez do público brasileiro conhecer melhor a história da artista Frida Kahlo. A mostra “Frida e eu” estará no Museu Histórico Nacional, no Rio de janeiro , de 28 de julho a 2 de outubro. No início de 2017, chega a São Paulo

A exposição é composta por seis eixos temáticos: Frida e o autorretrato, Frida e Família, Frida e a dor, Frida e Diego, Frida e a natureza, Frida e Paris. Os visitantes entrarão em contato com a vida e a obra da artista, a primeira latino-americana a ter um quadro vendido por um milhão de dólares. Mundialmente conhecida por seus autorretratos – cerca de um terço de seu trabalho – ela também valorizou, como poucos, as cores e a cultura de seu país. Suas telas são, na maioria das vezes, cheias de tons, elementos, animais, plantas – e alguma agonia.

Serão diversas instalações que trarão a alma da artista para perto das crianças. Não estarão no Museu Histórico Nacional obras de acervo, pinturas feitas pela própria – mas todos terão à disposição, por exemplo, uma estação com diversas almofadas espalhadas pelo chão, um cavalete adaptado, canetas esferográficas e um espelho no teto colocado na posição exata em que todos deitados consigam se ver.

Com a mostra, o Museu Histórico Nacional pretender atrair o público infantil e disseminar o conceito de que museu e arte são também ‘coisa de criança”.

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Serviço:

Quanto: Crianças de até 5 anos e idosos não pagam

Onde: Museu Histórico Nacional
www.museuhistoriconacional.com.br
Praça Marechal Âncora, s/n
Centro – Centro
Rio de Janeiro – RJ
(21) 3299-0311 e (21) 3299-0300

de 28/07 a 02/10
Terças, Quartas, Quintas e Sextas das 10:00 às 17:30
Sábados e Domingos das 14:00 às 18:00

Observação
Estão isentos de pagamento (mediante comprovação): sócios da Associação dos Amigos do Museu Histórico Nacional e do ICOM-International Council of Museum; funcionários do IPHAN e do IBRAM; alunos e professores das escolas públicas federais, estaduais e municipais; guias de turismo e estudantes de museologia. Alunos agendados da rede particular de ensino.

Créditos foto de capa: Hervé Vérnèse – Centre Pompidou
Fonte: Catraquinha

Crianças descobrem o sabor do quintal em comunidade pernambucana

O coqueiro no quintal da Escola Municipal 19 de Setembro – localizada na cidade de Olinda (PE) – passava por uma limpeza, quando a Instituição se preparava para fazer a festa junina. Até aí, nenhuma novidade. O que não se esperava era que uma atividade tão corriqueira pudesse se transformar em uma experiência pedagógica de exploração de mundo, eixo que compõe a formação continuada de profissionais da Educação Infantil do projeto Paralapracá.

A experiência teve início quando o porteiro da escola, seu Francisco, deparou-se com um pequeno exército de crianças no quintal. Juntas, elas colocaram palhas de coco sobre as cabeças e saíram enfileiradas. A cena inusitada abriu um mundo de encantamentos para seu Francisco. “Eu achei uma coisa muito bonita. Aquelas crianças fazendo como se fossem formiguinhas atrás do que comer, ou como se estivessem debaixo dela por causa da chuva.”

O quintal onde aconteceu a brincadeira é utilizado para práticas pedagógicas ao ar livre, algumas elaboradas a partir da formação do projeto Paralapracá, como relata a professora Cely Bastos. “A nossa escola fica localizada numa comunidade carente, onde não existem praças e parques próximos. E para chegar às escolas, a maioria precisa descer o morro. Então, nós começamos a perceber, quando vivenciamos o eixo Assim se Explora o Mundo, que o quintal talvez fosse o único espaço mais amplo que essas crianças possuíam para poder desfrutar de forma criativa, mais livremente. Um pneu ora é um banco, um carro, ou um castelo. Cabe a nós, enquanto educadoras/es, proporcionarmos essa liberdade de criação.”

Explorando o mundo

Desde que nascem, as crianças buscam se apropriar do mundo. Os primeiros anos de vida são um período de muitas descobertas. Por isso, quando o ambiente se revela favorável, a curiosidade é aguçada. É a partir da interação com o meio natural e social no qual vivem que as crianças começam a compreender como este mundo funciona, assim como fizeram as “formiguinhas” da Escola Municipal 19 de Setembro.

A exploração do mundo é um dos eixos que compõem a formação continuada de profissionais da Educação Infantil no Paralapracá, juntamente com as artes visuais, o brincar, a literatura, a música e a organização do ambiente.

Segundo ciclo

Até 2017, o projeto tem como foco, nesses municípios, o fortalecimento da gestão das políticas públicas municipais de Educação Infantil, além da promoção da sustentabilidade do processo formativo nas redes municipais parceiras.

Aprendizagem Criativa integrando diferentes áreas do conhecimento

O Instituto Catalisador é uma associação sem fins lucrativos, composta por uma equipe multidisciplinar que atua em espaços formais e não formais de educação. Nossa missão é contagiar um número significativo de educandos e educadores que, através de experiências mão na massa orientadas para promoção de Aprendizagem Criativa, podem tornar-se sujeitos autores de seus próprios percursos e agentes de transformação individual e social. Neste vídeo, apresentamos especificamente o trabalho que realizamos no Projeto Âncora, uma escola regular de Educação Infantil e Ensino Fundamental, filantrópica, que atende crianças e jovens da rede pública de ensino do município de Cotia-SP. A atuação do Instituto Catalisador no Projeto Âncora foi iniciada a partir da participação do Catalisador na chamada pública promovida pelo Programaê (iniciativa da Fundação Lemann em parceria com a Fundação Vivo Telefônica) que selecionou projetos voltados para a criação de espaços makers em espaços educativos. Submetemos um projeto denominado Programa Ponta Pé com o objetivo de disseminar a cultura maker a partir da criação de “espaços catalisadores” em instituições de ensino, entendendo por espaço a possibilidade de abrir brechas no currículo e no tempo escolar para atividades mão na massa que possam promover Aprendizagem Criativa. O Programa Ponta Pé foi um dos selecionados pelo edital Makers Educa, e assim estabelecemos uma parceria com o Projeto Âncora para implementar esta proposta.

Inspiradas nos trabalhos desenvolvidos no Life Long Kindergarten (LLK) um dos departamentos do MIT Media Lab, a equipe do Instituto Catalisador entende Aprendizagem Criativa como uma transformação pessoal a partir da conquista de novas habilidades e conhecimentos que ocorre através do engajamento direto na realização de projetos particulares ou coletivos que sejam genuinamente relevantes para os envolvidos. Nas palavras de Resnick, diretor do LLK, traduzidas de forma livre aqui, os 4 Ps que constituem uma experiência capaz de promover Aprendizagem Criativa são:

Projetos: As pessoas aprendem melhor quando estão trabalhando ativamente em projetos que sejam significativos para elas – gerando novas ideias, criando protótipos e aperfeiçoando-os uma e outra vez.
Parcerias: O aprendizado é mais frutífero quando inserido em um contexto social, quando pessoas compartilham ideias, colaboram em projetos e quando cada um constrói a partir do trabalho do outro.
Paixão: Quando as pessoas participam de projetos que são realmente importantes para si, elas trabalham com mais dedicação, persistem frente aos desafios e aprendem mais ao longo do processo.
Pensar brincando: aprender envolve experimentação – tentar coisas novas, explorar materiais, testar fronteiras, correr riscos e fazer muitas vezes de diferentes formas.
(http://web.media.mit.edu/~mres/papers/constructionism-2014.pdf)

Ao longo de todo o projeto, os estudantes, motivados pelo desejo comum de construir um novo brinquedão para o parque de sua escola, participaram das propostas “mão na massa” organizadas pelas educadoras, construindo não somente ideias incríveis sobre como o brinquedo poderia ser (o que era concretizado através de protótipos/maquetes cada vez mais acurados), mas também conhecimentos geralmente contemplados no currículo escolar convencional, incluindo conceitos, procedimentos e atitudes. Por exemplo, para se familiarizarem com os guarda-corpos que seriam reutilizados, os estudantes foram instigados a medir suas dimensões primeiramente com unidades não convencionais de medidas, para depois usarem a fita métrica. Também fizemos atividades para que se apropriassem do conceito de escala e dos conceitos da representação bidimensional e tridimensional para que pudessem modelar as figuras que seriam impressas na impressora 3D. Nesse processo, aprenderam conteúdos curriculares de Matemática. Na hora de executar a construção do brinquedão definitivo e transformar em realidade o que haviam planejado no protótipo, muitos conceitos de Física e de Engenharia entraram em cena para garantir que as barras de ferro pudessem ser dispostas da forma desejada e que fossem capazes de sustentar sem caírem com o peso das criança. O grupo formulou muitas perguntas aos arquitetos que nos apoiaram tentando desvendar como instalar de forma segura o brinquedão no terreno. Além de conteúdos de “exatas”, Artes Plásticas e Visuais fizeram parte do projeto (incluindo aspectos de Design e Arquitetura), assim como Linguagem e habilidades de comunicação. O grupo preparou uma apresentação muito relevante (em power point) para a assembléia de educadores, conselheiros e funcionários do Âncora, a fim de validar o projeto do brinca-corpo e conseguir a autorização da comunidade para realizá-lo. Ao final do processo todo, na véspera da inauguração do brinquedão, pedimos que cada membro do grupo fizessem seu próprio certificado, atestando para si mesmo o que havia aprendido. Esse foi um momento importante de apreensão das aprendizagens que havia acontecido.  

Encerramos este processo certas de que a Educação Maker e a Aprendizagem Criativa são caminhos interessantes e potentes para uma educação com mais sentido que promove autonomia, autoria, empoderamento e criatividade! 

Conheça mais sobre o Instituto Catalisador e nossas ações:
www.facebook.com/institutocatalisador
www.catalisador.org.br   

O que pode um’A CASA?

A Casa Tombada comemora aniversário de 1 ano com extensa programação que engloba múltiplas linguagens artísticas.
Entre 23 e 30 de julho, A Casa será ocupada por músicos, artistas, performances, bate-papos e vivências.

Musicar Guimarães Rosa, misturar pós-modernismo com conhecimentos islâmicos, pensar a educação fora da escola: tudo isso é possível em uma Casa, e vai acontecer na última semana de julho, em São Paulo. Inaugurada em julho de 2015, A Casa Tombada comemora agora o seu primeiro ano de existência e convida o público a refletir sobre a potência de reunir diferentes saberes, dizeres e interesses debaixo de um mesmo teto.

Para o aniversário, A Casa preparou uma extensa programação, entre os dias 23 e 30 de julho, intitulada “O que pode um’A Casa?”: uma semana de encontros para pensar, sentir, refletir e construir as potências de um´A Casa como lugar de arte, cultura e educação.

A proposta é reafirmar o espírito que a fez nascer, e propor aos paulistanos um jeito novo de experenciar a cultura. Um “modo-convívio”, como define a escritora e educadora Angela Castelo-Branco, uma das fundadores do espaço, ao lado do ator, educador e contador e histórias Giuliano Tierno.

Quem passar pela Casa, poderá vivenciar não só a festa de celebração, que abre a programação, no sábado (23), com bebidas e comidas preparadas no próprio espaço e um bar aberto ao público, mas também participar de uma programação que mistura diversas linguagens artísticas: música, teatro, contação de história, conversas sobre educação.

Pelo reencantamento do mundo – Um dos destaques da programação é o encontro com a educadora Bia Machado, “Mundo encantado”, no dia 27 (quarta), às 20h. Pioneira no Brasil no estudo do sufismo, Bia Machado é pesquisadora em educação e filosofia da educação. Em suas pesquisas, estuda o “Conhecimento Encantado”, isto é, o conhecimento produzido pelas sociedades pré-desencantamento do mundo: povos indígenas, psicologia medieval e filosofias orientais. Neste encontro, será proposta uma conversa sobre as possibilidades de reencantamento do mundo a partir do contato com místicas islâmicas ancestrais e da observação atenta da existência.

Curso de literatura infantil – Além disso, como parte da programação de Aniversário, A Casa Tombada oferece também o curso livre especial “O Livro para a Infância”, nos dias 27 e 29 (quarta e sexta-feira), com a jornalista e pesquisadora de literatura infantil Cristiane Rogerio. Serão 22 vagas, e os interessados poderão experimentar nestes dois dias uma pequena amostra da metodologia de estudo que norteia a pós-graduação de mesmo nome, que inicia nova turma em agosto.

Sábado em Casa especial – A celebração culmina no dia 30 de julho, quando será realizada uma edição especial comemorativa do tradicional projeto de narração de histórias “Sábado em Casa”, que apresente, todos os últimos sábados do mês, uma noite de narração oral voltada para o público adulto. Com o tema “Histórias sobre sair de casa”, o evento reunirá os contadores Giuliano Tiermo de Siqueira, Leticia Liesenfeld, Magno Faria e a convidada Fernanda Viacava.

Abaixo, a programação completa com todas as atividades do Aniversário. Em caso de dúvidas, basta entrar em contato pelo e-mail contato@acasatombada.com

De 23 a 30 de julho
Programação especial – O que pode um´A Casa?

Festa de aniversário – 1 ano de A Casa Tombada
23 de julho, sábado, a partir das 18h
A Casa abre as portas mais uma vez para seus vizinh@s para a celebração de 1 ano de existência. Encontro, partilha, convivência, contação de histórias, esquetes teatrais, música, exposição, comida, bebida e muito afeto.
Entrada: $5,00

Encontro com Luiza Christov – A Esperança como devir
26 de julho, terça, 20h
Nesse encontro, a educadora e pesquisadora Luiza Christov, faz o convite para pensar uma possibilidade de crítica à palavra Educação como controle do outro.
Contribuição $40,00 (meia-entrada para estudantes, professores, aposentados)

Encontro com Bia Machado – O Mundo encantado – as faculdades do conhecimento
27 de julho, quarta, 20h
O Mundo Encantado é a expressão que reúne formas de conhecimento desenvolvidas pelos homens antes do chamado “Desencantamento do Mundo”. Trata-se dos conhecimentos que não passam pelas noções de “indivíduo moderno”, “mercado moderno” e “ciência moderna”.
Contribuição $40,00 (meia-entrada para estudantes, professores, aposentados)

Encontro com João Gomes – O que pode uma multidão?
28 de jullho, quinta, 20h
O que pode e o que não pode uma/a multidão? Qual a natureza de sua potência? Sem dúvida alguma os mais recentes acontecimentos nos colocam face à uma exigência de compreensão muito facilmente soterrada pela avalanche de informações.
Contribuição $40,00 (meia-entrada para estudantes, professores, aposentados)

Concerto de leitura – O primeiro encontro, com Élida Marques e Eduardo Contrera
29 de julho, sexta, 20h
O Primeiro Encontro, realizado por Élida Marques, acompanhada pelo músico percussionista Eduardo Contrera, é um Concerto de Leitura dos trechos iniciais do romance Grande Sertão: Veredas,de Guimarães Rosa, e do primeiro encontro entre Riobaldo e o Menino.
Contribuição: $40,00 (meia-entrada para estudantes, professores, aposentados)

Sábado em Casa – Histórias sobre Sair de Casa
30 de julho, sábado, 20h
Noite de narração de histórias com Giuliano Tiermo de Siqueira, Leticia Liesenfeld, Magno Faria e a convidada Fernanda Viacava.
Contribuição: $40,00 (meia-entrada para estudantes, professores, aposentados)

Curso livre O Livro para a infância
Com Cristiane Rogério
27 e 29 de julho, das 9h às 12h
Contribuição: $120,00

A Casa Tombada – Lugar de Arte, Cultura, Educação
Rua Ministro Godói, 109
(11)3675 6661
contato@acasatombada.com
www.acasatombada.com
www.facebook.com/acasatombada

Infâncias no Cariri

Terra de cabinha

Cabra da peste, caba, cabinha. Assim é conhecida a criança que vive no Cariri, um sertão verde do sul do Ceará. Agora suas histórias, tradições, encantarias e brincadeiras estão no livro Terra de Cabinha, que será lançado em julho no Cariri e em agosto em São Paulo, numa caprichada edição da editora Peirópolis. Traz texto de Gabriela Romeu, fotos de Samuel Macedo e ilustrações de Sandra Jávera. 

Meninos e Reis

No reisado, um dos folguedos mais populares do Cariri cearense, crianças aprendem a jogar espada com destreza e meninas crescem como rainhas. Mas Maria, a rainha de um dos reisados mais tradicionais da região, está no último ano de reinado e encara o drama de passar a coroa para a irmã mais nova, vivendo um verdadeiro rito de passagem.

Banho dos bebês na cachoeirinha de Pitangui (RN)

Pais, mães, professores e bebês dos Berçários I e II do CMEI Padre Sabino Gentille, da Rede Municipal de Educação de Natal (RN) – parceria do ‪Paralapracá‬ no ciclo II -, tiveram uma experiência inusitada e repleta de estímulos, em contato direto com a natureza. A coordenadora pedagógica da instituição, Rita Bezerra, registrou a experiência em vídeo. Ela conta que, levados pelo clima quente da “Cidade do Sol”, como é conhecida Natal, resolveram fazer um banho ao ar livre com músicas e batucadas. “Assim, a cantarola aconteceu debaixo d´água, onde cantamos juntos e fizemos o “Cirandá Cirandê” do CMEI. Sabem onde? Na Cachoeirinha de Pitangui”.
“A linguagem musical se constitui de diversas formas sonoras que utilizamos para expressar e compartilhar sentimentos, sensações e pensamentos”.
(Caderno de Orientações Assim se faz Música, do projeto Paralapracá)

De iniciativa do Programa Educação Infantil do Instituto C&A, tendo a ‪Avante – Educação e Mobilização Social‬ como instituição executora, o Paralapracá tem como principal objetivo contribuir para a melhoria da qualidade do atendimento às crianças na educação infantil, com vistas ao seu desenvolvimento integral, incidindo nas política de Educação Infantil das redes municipais onde estabelece parceria.

Criança e arte: por que promover interações entre as crianças,obras e exposições?

A interação das crianças com o universo da arte é algo valorizamos muito. Seja com a literatura, seja com a música, seja com as artes visuais: as crianças podem se encantar, se divertir, explorar a criatividade e a imaginação e aprender muito sobre distintas épocas e culturas, sobre os artistas e as distintas formas de linguagem que utilizam.

Já foram apresentadas algumas das razões que justificam a ida de crianças pequenas aos museus, como aqui e aqui. E para reiterar esse tema, nada melhor do que conhecer as ideias de uma especialista.

Foi por essa razão que convidamos Karen Greif Amar, especialista, professora e formadora na área de artes visuais, para falar sobre a importância da relação das crianças com obras de arte, exposições e museus. Karen respondeu algumas perguntas feitas pelo Toda Criança Pode Aprender. Vamos conhecer algumas de suas colocações?

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Então, que tal aproveitar esse período de férias escolares e levar às crianças em museus de sua cidade? Certamente será uma experiência divertida e enriquecedora para todos, crianças e adultos!

Agenda da Pré-escola promove diálogo família/instituição, com participação da criança

A Agenda da Pré-escola é um dos materiais elaborados para o Programa Nossa Rede Educação Infantil, fazendo parte do material da criança e deve acompanhá-la da instituição de Educação Infantil para casa, e da casa para a instituição. Funciona como uma mensageira, fortalecendo o diálogo entre a família e a instituição e inclui nesse fluxo a expressão da criança, possibilitando sua participação nesse diálogo. O material amplia o conhecimento das famílias sobre as crianças e os seus direitos.

A Agenda é dividida em três seções. Uma para professora/es e profissionais das instituições podem contar à família fatos ou eventos relevantes que aconteceram no dia, informar sobre passeios, reuniões, ou outra atividade que irá ocorrer e precisará do apoio familiar.

Outra sessão reservada à família, na qual é possível registrar eventos importantes que acontecem com a criança em casa. Dizer se ela sentiu dor, febre ou esteve doente. Informar, caso a criança precise se ausentar por uns dias, necessite chegar atrasada; caso a família precise de alguma ajuda ou orientação, pode solicitar à/ao professora/or agendamento de um horário.

E a seção “Para marcar o espaço da criança” disponibilizada para que as próprias contem como estão se sentindo ou o que fizeram num determinado dia, marcar o aniversário de uma amiga/o, fazer um desenho ou mandar recados para casa ou para a instituição de Educação Infantil.

O material foi elaborado coletivamente por diversos atores da Rede Municipal de Educação de Salvador para as instituições de Educação Infantil e sistematizado pela ‪Avante – Educação e Mobilização Social, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação (SMED).